A Fabrica de Felicidade
Já estava quase a noite quando chegamos naquela fabrica. Caio estava na porta nos esperando. Uma luz azul chamava atenção, andamos em sua direção , e ao nos aproximarmos notamos que era uma água viva entre as árvores que estavam sendo iluminadas por luz negra. Havia uma estrela com pontas coloridas e alguns Malabares de fogo ao som de fortes batidas e ruídos de insetos sintéticos.
Continuamos a andar até um lake** , onde encontramos nossos amigos que já estavam no mundo das festas **. Eles ficaram muito felizes com nossa presença, nós começamos a comemorar, pois também era a primeira vez de Iramaia, por lá. Iramaia, aquela com a pinta na mão que eu sonhava quando criança. Fizemos um circulo e demos as mãos, um calor começou a envolver todos nós, isso era a energia da felicidade que a fabrica produzia.
Alguns homens apostavam corrida sobre as águas com seus cavalos flutuantes, estavam chamando a nossa atenção.
Passado um tempo, fomos para dentro da fabrica, bem do lado da maquina, onde o som era bem alto. Sentimos as vibrações das maquinas, pois isso faz parte do ritual das festas, depois começamos a brincar.
Durante um bom tempo brincamos, dançamos, nos abraçamos, depois iniciaram as atrações de pirofagia, onde Iramaia ficou encantada com as tochas e os lançamentos de fogo pela boca.
Brenda, nossa amiga de mundo das festas**, queria dar uma volta para descansar, porque ficar muito perto das maquinas também cansa e dói a cabeça.
Fomos ver o lake** novamente, onde Jennifer começou a fazer seus jogos de luzes, com suas bolinhas mágicas, como de costume. Foi uma sessão de luzes muito interessante, pois os movimentos pareciam criar vida própria. Tentáculos, monstros, animais marinho e imagens fluorescentes surgiam na escuridão da floresta.
Como estávamos longe das maquinas, ouvíamos apenas os timbres, sem as batidas, então começamos a imitar e criar timbres próprios em uma seqüência e ritmo que ficou muito interessante e ficamos um bom tempo fazendo as criações. Decidimos voltar para a fábrica para brincar mais, porém percebemos que as cores e as imagens não eram mais as mesmas e a fabrica começou a perder suas forças, pois a essência estava acabando.
Então decidimos ir para a casa, mas a essência do mundo das festas** permaneceu ainda por vários dias em nossos corações.
Até a próxima !
Já estava quase a noite quando chegamos naquela fabrica. Caio estava na porta nos esperando. Uma luz azul chamava atenção, andamos em sua direção , e ao nos aproximarmos notamos que era uma água viva entre as árvores que estavam sendo iluminadas por luz negra. Havia uma estrela com pontas coloridas e alguns Malabares de fogo ao som de fortes batidas e ruídos de insetos sintéticos.
Continuamos a andar até um lake** , onde encontramos nossos amigos que já estavam no mundo das festas **. Eles ficaram muito felizes com nossa presença, nós começamos a comemorar, pois também era a primeira vez de Iramaia, por lá. Iramaia, aquela com a pinta na mão que eu sonhava quando criança. Fizemos um circulo e demos as mãos, um calor começou a envolver todos nós, isso era a energia da felicidade que a fabrica produzia.
Alguns homens apostavam corrida sobre as águas com seus cavalos flutuantes, estavam chamando a nossa atenção.
Passado um tempo, fomos para dentro da fabrica, bem do lado da maquina, onde o som era bem alto. Sentimos as vibrações das maquinas, pois isso faz parte do ritual das festas, depois começamos a brincar.
Durante um bom tempo brincamos, dançamos, nos abraçamos, depois iniciaram as atrações de pirofagia, onde Iramaia ficou encantada com as tochas e os lançamentos de fogo pela boca.
Brenda, nossa amiga de mundo das festas**, queria dar uma volta para descansar, porque ficar muito perto das maquinas também cansa e dói a cabeça.
Fomos ver o lake** novamente, onde Jennifer começou a fazer seus jogos de luzes, com suas bolinhas mágicas, como de costume. Foi uma sessão de luzes muito interessante, pois os movimentos pareciam criar vida própria. Tentáculos, monstros, animais marinho e imagens fluorescentes surgiam na escuridão da floresta.
Como estávamos longe das maquinas, ouvíamos apenas os timbres, sem as batidas, então começamos a imitar e criar timbres próprios em uma seqüência e ritmo que ficou muito interessante e ficamos um bom tempo fazendo as criações. Decidimos voltar para a fábrica para brincar mais, porém percebemos que as cores e as imagens não eram mais as mesmas e a fabrica começou a perder suas forças, pois a essência estava acabando.
Então decidimos ir para a casa, mas a essência do mundo das festas** permaneceu ainda por vários dias em nossos corações.
Até a próxima !

1 Comments:
Desistiu???
Post a Comment
<< Home